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segunda-feira, 6 de janeiro de 2014

Lição 2 - Espiritismo, umas das seitas que mais crescem no Brasil

 "Aos homens está ordenado morrerem uma vez, vindo, depois disso, o juízo" (Hb 9.27).

Através da doutrina da reencarnação, o Espiritismo tira todos os méritos de CRISTO como o Salvador da humanidade.

Toda forma de adivinhação é condenada na Bíblia - Lv 19.31; 20,27
Adivinhar utilizando vara — rabdomancia - Os 4.12
Adivinhar utilizando fígado — hepatoscopia - Ez 21.21
Adivinhar invocando os mortos — necromancia - Is 8.19
Adivinhar utilizando água — hidromancia - Gn 44.5
Adivinhar mediante os astros — astrologia - 2 Rs 17.16; Is 42.13

As seitas ocultistas ligadas ao Espiritismo, que vamos estudar nesta lição, são o Kardecismo, Legião da Boa Vontade, Umbanda e demais cultos afro-brasileiros.

HISTÓRIA

1. As irmãs Fox. A doutrina da reencarnação é muito antiga; vem desde o hinduísmo, passando pela Grécia antiga. Foi em 1848, em Hydevisllle, Estados Unidos, que as irmãs Margaret e Kate Fox afirmaram ver as mesas girando, e ouvir pancadas na casa em que moravam. Faziam perguntas e estas eram respondidas mediante estalidos de dedos. Elas tiveram a sensação de estar se comunicando com o mundo invisível.

2. Allan Kardec. Seu nome verdadeiro era Hipolyte Léon Denizard Rivail, médico e professor francês. Nascido em 1804, lançou a sua primeira obra O Livro dos Espíritos, em 1857. Influenciado por um amigo, passou a frequentar reuniões espíritas e, por fim, tornou-se médium. Em 1858, organizou em Paris a Sociedade Parisiense de Estudos Espíritas. Adotou o nome Allan Kardec, alegando ser este o seu nome na outra encarnação.

3. No Brasil. Antes mesmo da morte de Kardec, em 1869, Luís Olímpio Teles de Menezes fundou em Salvador, BA, o primeiro centro espírita, em 1865. Em 1873, foi fundada no Rio de Janeiro uma sociedade espírita, da qual surgiram outros grupos. Dez anos depois, começaram a publicar a revista O Reformador que, ainda hoje, é o órgão oficial dos espíritas brasileiros.

4. Diversos grupos espíritas. Entre os grupos espíritas no Brasil, podemos mencionar, além do espiritismo kardecista, as seguintes ramificações: Legião da Boa Vontade, Ordem Rosacruz, Racionalismo Cristão, Cultura Racional, Círculo Esotérico da Comunhão do Pensamento, além dos cultos afro-brasileiros. Estes últimos não se consideram espíritas, mas Allan Kardec define, como espírita, todo aquele que crê nas manifestações dos espíritos.

5. Legião da Boa Vontade. As mensagens dos programas dessa instituição parecem evangélicas, mas, como as demais seitas, o JESUS deles não é o mesmo revelado no Novo Testamento.

Doutrinas. Negam a personalidade do ESPÍRITO SANTO e a infalibilidade da Bíblia, o parto de Maria e, portanto, a humanidade de CRISTO.  Por causa de sua crença na reencarnação, negam a deidade de CRISTO e a doutrina do inferno.

ESPIRITISMO X CRISTIANISMO

1. Espiritismo e Cristianismo. Allan Kardec ensina que o Espiritismo é a terceira revelação de DEUS à humanidade. Segundo ele, Moisés foi a primeira. CRISTO, a segunda e Kardec a terceira. Na Bíblia, porém, há um abismo intransponível entre o Espiritismo e o Cristianismo.

2. Reencarnação. No mundo do ocultismo, outras palavras e expressões são usadas para designar a reencarnação: transmigração, renascimento, metempsicose.

a) Popularidade da crença. Hoje, a crença na reencarnação tornou-se muito popular, inclusive porque ela (segundo eles) visa aperfeiçoar a humanidade no sentido moral, espiritual e até físico. Alguns deles creem que a pessoa pode reencarnar-se num animal ou mesmo num inseto. Os adeptos de Hare Krishna, por exemplo, não matam uma barata, pois correm o risco de estar matando a própria avó. O kardecismo não crê na transmigração das almas; ensinam que os espíritos somente reencarnam-se em seres humanos, sejam estes homens ou mulheres.

b) O sofrimento humano. Os espíritas jactam-se de ter a explicação para o fenómeno do sofrimento humano. Quem nasce com defeito físico, por exemplo, é sinal de que está incluso na lei do carma. Isto é: uma espécie de lei complicada de causa e efeito. Essa pessoa está pagando o que fez em outras encarnações, e, assim, terá de prosseguir até aperfeiçoar-se. Por essa razão, procuram ser generosos, fundam creches e dão assistência aos necessitados. Reencarnações e boas obras são os meios para a salvação, segundo eles.

c) Resposta bíblica. A Bíblia diz que a reencarnação não existe (Hb 9.27), e que consultar os mortos é violar as leis de DEUS (Lv 19.31; 20.27; 2 Rs 20.1.5,6; 23.24). Quando os discípulos de JESUS lhes perguntaram quem havia pecado, se o cego de nascença ou seus pais, a resposta de JESUS foi clara, destruindo completamente o argumento espírita: "Nem ele pecou, nem seus pais" (Jo 9.3). Além disso, seria muito cruel alguém padecer sem saber o por quê. Quanto a essa suposta encarnação, ninguém se lembra, porque simplesmente ela não existe. Os que alegam terem vivido noutras encarnações, entram em tantas contradições em seus relatos, demonstrando claramente que tudo isso não passa de um perigoso engano que pode custar, inclusive, a eternidade da pessoa. A salvação é pela fé em JESUS, e não pelas obras (Ef 2.8,9; Tt 3.5). O sacrifício de JESUS pode salvar perfeitamente os que se aproximam dEle (Hb 7.25).

PASSAGENS BÍBLICAS UTILIZADAS PÊLOS KARDECISTAS

l. Bíblia. Eles recusam aceitar a Bíblia como a infalível Palavra de DEUS, principalmente onde ela condena as práticas espíritas. Mas quando o assunto lhes interessa, aí resolvem citar a Bíblia. Mas suas interpretações bíblicas são esotéricas; completamente fora da hermenêutica sagrada.

2. Saul e a médium de En-Dor. Eles reivindicam o texto de l Samuel 28, onde se narra o episódio de Saul e a feiticeira, para consubstanciar suas crenças. Mas à luz do contexto bíblico, ela falou com os "deuses" que subiam e não com Samuel. Só depois que a médium viu o suposto Samuel é que reconheceu a Saul (l Sm 28.12).

a) Saul consultou a feiticeira e não a Samuel. DEUS não respondeu a Saul nem por sonhos, nem por ürim e nem por profeta (l Sm 28.6). A Bíblia afirma que Saul consultou a "feiticeira" e não a Samuel nem ao Senhor (l Cr 10.13, 14).

b) As Profecias que não se cumpriram (l Sm 28.19)"Amanhã tu e teus filhos estareis comigo". Saul não morreu no dia seguinte, segundo a nota de rodapé da Bíblia Vida Nova. Ele morreu dezoito dias depois dessa sessão espírita. Também não morreram todos os seus filhos (l Sm 28.19): Isbosete, Armoni e Mefibosete (2 Sm 2.8-10; 21.8) sobreviveram. Por outro lado, temos de convir que um desviado que se suicida não vai para o mesmo lugar onde se encontra um profeta de DEUS. Saul, pois, não foi para junto de Samuel. Notemos ainda que ele não foi entregue nas mãos dos filisteus; ele preferiu suicidar-se (l Sm 28.19; 31.4). Mais tarde, os homens de Jabes-Gileade sepultaram-lhe o corpo (l Sm 31.11-13). DEUS não deixou cair por terra nenhuma palavra de Samuel (l Sm 3.19). Por conseguinte, a entidade que dialogou com a feiticeira era um espírito demoníaco disfarçado de Samuel, como acontece nas sessões espíritas ainda hoje.

3. Elias e João Batista (Mt 17.1-13). Os espíritas têm feito grandes alardes com relação a esta passagem para justificar a falsa doutrina da reencarnação. Eles, porém, não se dão conta de que Moisés morrera cerca de 1400 antes, reaparecendo como o mesmo Moisés, e não como uma reencarnação. Elias sequer morreu (2 Rs 2.11). João Batista veio na virtude e no espírito de Elias (Lc 1.1.17), pois se vestia como Elias: Vestes de pelo e cinto de couro (2 Rs 1.8; Mt 3.4). Ambos eram homem do deserto (l Rs 19.9,10; Lc 1.80); eram de igual modo contundentes em suas palavras e pregaram contra reis ímpios (l Rs 21.20-27; Mt 14.1-4). O próprio João consciente de sua identidade e missão (Jo 1.26,27, 32,33), disse que não era Elias (Jo 1.21).

O CHAMADO BAIXO ESPIRITISMO

l. Cultos afro-brasileiros. Os cultos afro-brasileiros chegaram ao Brasil através dos escravos africanos, na era colonial. Os três principais grupos são: Umbanda, Quimbanda e Candomblé. Eles não se consideram espíritas. O chamado alto espiritismo não lida com adivinhação, como búzios, quiromancia, nem com os diversos ramos da cartomancia e outras formas de adivinhação. A coluna vertebral desse ramo espírita é a reencarnação e a necromancia condenadas pela Bíblia (Dt 18.11). Da mesma forma os cultos afro-brasileiros são feitiçarias, pois todos mexem com encantamentos, espíritos e magias (Dt 18.11). Isaías descreve com precisão essas práticas condenadas pela Palavra de DEUS (Is 65.3-5).

2. Umbanda. Aqui, há uma mescla de raças. Há elementos indígenas - pajelança, bebidas, ervas para banhos, charutos etc.; elementos africanos - candomblé; e elementos brancos - as imagens do catolicismo romano. Os orixás correspondem aos santos da Igreja Católica.

3. Candomblé. É um ramo tipicamente africano. Há variedades em suas práticas, porque vieram de várias regiões da África. Umbanda e Candomblé são chamados Xangô em alguns estados do Nordeste, como Alagoas e Pernambuco, e no agreste nordestino são conhecidos como Catimbó.

4. Quimbanda. É a magia negra. O deus principal deles é Exu, Lúcifer, Beeizebu e o próprio Satanás. O culto deles é prestado diretamente a Satanás. Diferentemente da Umbanda e do Candomblé, estes adoram a Satanás, mas de maneira disfarçada.

Os adeptos dos cultos afro-brasileiros são mais receptivos ao evangelho de JESUS do que os kardecistas. Os adeptos do chamado alto espiritismo são arrogantes e presunçosos. Eles acham que já têm o Evangelho Segundo Allan Kardec, e daí pensam que não precisam de JESUS.

A palavra espiritismo tem sua origem no vocábulo francês espiritisme. O Espiritismo é uma doutrina filosófico-religiosa baseada na crença da reencarnação e comunicação com os mortos. Estas duas doutrinas são absolutamente antibíblicas e anticristãs.

As manifestações de cunho espírita remontam a épocas imemoriais no Brasil. Antes do descobrimento, os índios praticavam a pajelança. Depois vieram os portugueses, aparentemente cristãos, mas comprometidos com a bruxaria praticada na Europa. Por fim, vieram os escravos oriundos da África com suas práticas animistas e fetiches.

"Quatro foram os contingentes que contribuíram para a formação dos cultos afros: o catolicismo lusitano, a crendice ameríndia, o fetichismo africano e o espiritismo de Kardec. Deste amálgama, brotou uma religiosidade que tantas almas vem escravizando nestes séculos de Brasil. Para alguns, ela não passa de folclore. Todavia é um culto declarado ao demónio".

"Nota-se, pois, que a principal característica dos cultos afros é o sincretismo que, segundo Eugene Nida, envolve uma acomodação de conteúdo, uma síntese das crenças e uma amalgamação das cosmovisões de tal forma a prover algumas bases comuns para a construção de um novo sistema ou uma nova abordagem".

"O Catolicismo Lusitano

"O catolicismo romano amalgamou-se rapidamente às religiões ameríndias. Afinal, precisavam os colonizadores encontrar um meio de salvar a alma do gentio que, naquela época, podia ser contado aos milhões em solo brasílico. Infelizmente, não era intenção da igreja romana ganhar a alma do índio; escravizá-lo era a sua intenção. Ainda com as experiências do Tribunal do SANTO Ofício vivas em sua mente, os novos donos da terra utilizaram-se dos mesmos recursos para submeter o pagão que habitava este paraíso".

"Nesta transculturação, foram os lusitanos absorvendo o paganismo que tentavam destruir".

"A Crendice Ameríndia - Embora subjugados, os índios que aqui viviam provaram que a sua religião não podia ser facilmente vencida pelo homem branco. Suas lendas e tradições tinham uma força muito grande; nascidas num cenário rude e floral, acabaram por influenciar o poderoso catolicismo romano. O que dizer dos espantos e medos de nossos matutos? Não são um retrato fiel das crenças das diversas nações índias?

"A religião indígena era mui rudimentar e impregnada de magia. Nossos selvagens julgavam-se filhos de Guaraci, a mãe de todos os homens. Eles acreditavam que Jaci era a criadora dos vegetais. Mas, quem eram Guaraci e Jaci? O sol e a lua, simplesmente. Para alimentar sua vida livre e concupiscente, rendiam homenagens a Rudá, que era o deus encarregado do amor e da reprodução".

"Como os outros seres humanos, eles acreditavam também na existência do mal. Quando a noite chegava, recolhiam-se amedrontados. Jurupari já estava à espreita para infundir-lhes pesadelos e apertar a gargantas de suas crianças. Além de Jurupari, os índios brasileiros temiam ainda outros espíritos e demónios. Para que os espíritos malignos não se apossassem de seus COIROS, eles pintavam as entranhas com cores fortes. O vermelho era a cor predileta. Por ocasião das cerimónias fúnebres, seus cuidados redobravam-se.

"O sacerdote das várias religiões indígenas era o pagé que, segundo Capistrano de Abreu, curava os doentes, dava ou tirava a saúde, roubava e escondia a alma de quem o ofendesse. Se algum sucesso obtinham na cura das enfermidades, devia-se ao conhecimento que conservavam das ervas medicinais. A cura, porém, não era a regra; constituía-se uma feliz exceção naquele mundo de superstições e misérias espirituais.

"O Fetíchismo Africano - Já no Brasil, os africanos começaram a acomodar o seu fetichismo ao catolicismo e às religiões ameríndias. Mais tarde, farão o mesmo com o espiritismo kardecista. Aliás, o fenómeno da acomodação não é novo. Na história do povo de Israel, podemos ver claramente uma tentativa de acomodar o culto mosaico às religiões vizinhas. E, por pouco os idólatras não conseguem o seu intento. Foi necessário os profetas bradarem eloquentemente para impedir a degenerescência da religião mosaica".

"Ora, como a Igreja Católica Romana nunca teve qualquer preocupação profética, pois ela mesma é o produto de várias acomodações, foram os escravos adaptando-se ao universo religioso que se formava no Brasil. Eram influenciados pelo catolicismo; influenciavam o catolicismo".

"E, assim, muitas entidades africanas passaram a ser identificadas com santos católicos e com personagens do panteão ameríndio. Oxalá, a principal divindade dos ionibas baianos, assimilou-se a CRISTO. Ogum, a São Jorge. Xangô, a São Jerônimo. E, Yemanjá, a Nossa Senhora".

"Escreve o sociólogo Arthur Ramos a respeito de Yemanjá: "As deusas-mães nos chegaram ao Brasil por intermédio de Yemanjá. Com Yemanjá vieram mais dois orixás iorubanos: Oxun e Anhamburucxu. No Brasil houve uma forte confluência mítica: com as deusas-mães, sereias do paganismo supérstite europeu, as nossas senhoras católicas e as iaras ameríndias."

"O Espiritismo Europeu.

"Na formação das religiões afros, muito contribuíram as doutrinas espíritas sistematizadas pelo francês Alan Kardec. Embora uma das religiões mais antigas, o espiritismo carecia de alguém como Kardec para dar-lhe um corpo doutrinal que, à primeira vista, pode até impressionar. No entanto, sua inconsistência é mais do que flagrante".

"Foi essa crença na encarnação e na comunicação com o mundo dos mortos que levou os escravos a terem um ingrediente a mais neste cadinho de fetichismo, idolatria e crenças mitológicas, que deu origem ao que popularmente chamamos de macumba".

"Embora não o admitam os espíritas, as crenças de Kardec estão intimamente relacionadas com as religiões afras. Se pudermos estabelecer um paralelo entre o Espiritismo e a macumba, fá-lo-íamos desta forma: a macumba é o espiritismo sacerdótico e ritual; e, o espiritismo, a macumba sem a liturgia cruenta. Por mais que os seguidores de Kardec queiram mostrar as diferenças entre a sua religião e as religiões afras, na essência elas não existem: desprezam ambas o bondoso DEUS e aferram-se às doutrinas dos demónios; substituem a mediação de CRISTO por medianeiros que não existem, pois frutos da imaginação do ser humano caído da graça de DEUS".

"A macumba, como vimos, é o resultado das quatro vertentes que entraram na composição do povo brasileiro. Sociologicamente falando, pode-se até explicar o fenómeno dos cultos afros em nossa pátria. Mas, quando buscamos a sua origem, descobrimos que o mesmo espírito que atuou nos sacerdotes de Baal, continua a comandar os terreiros de macumba e candomblé. Os nomes são diferentes; diferentes também os rituais. O espírito, porém, é o mesmo: contrário a DEUS e aos seus mandamentos". (CCA)

Bibliografia Esequias Soares

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