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domingo, 1 de setembro de 2013

Entendendo a Ordem de Deus


Não comereis dele cru, nem cozido em água, senão assado no fogo, a sua cabeça com os seus pés e com a sua fressura. (Êxodo 12:9).

Quando os israelitas mataram o cordeiro pascal no Egito, eles passaram o sangue nos umbrais e na verga da porta de suas casas. Durante a noite eles comeram o cordeiro assado. Aquele animal não era somente o sacrifício que os protegeria do juízo, mas também o alimento deles. Da mesma maneira, o sacrifício de Cristo expia a culpa de todos os que confiam em Seu sangue. Mas ao mesmo tempo, Ele é o alimento que sustém a nossa vida espiritual.

Assar no fogo simboliza o terrível julgamento de Deus que Ele enfrentaria na cruz do Calvário em nosso favor.

Então por que a cabeça, os pés e as vísceras são mencionados especificamente? A cabeça fala sobre conhecimento. Ele era o “que não conheceu pecado”, mas que por Deus foi feito “pecado por nós” (2 Coríntios 5:21). O pecado era algo totalmente estranho a Ele – em maravilhoso contraste conosco. Até mesmo Seus pensamentos eram isentos de pecado. Que tremenda verdade para alimentar nossas almas!

As pernas falam sobre Seu andar e Suas ações. O que sabemos sobre a conduta e comportamentos do Senhor Jesus? Sabemos que Ele não pecou (1 Pedro 2:22). Em nenhum de Seus atos havia sequer o mínimo traço de pecado.

As vísceras, ou fressura, nos lembram do caráter intrínseco e das motivações de Cristo: “Nele não há pecado” (1 João 3:5). Como pecadores por natureza, temos imensa dificuldade de compreender a absoluta pureza de Sua Pessoa.

No versículo de hoje há um mistério insondável. O cordeiro pascal tipificava o próprio Cristo, porém a diferença é que os israelitas não sabiam o que aquela ordem de Deus significava. Hoje nós sabemos. Temos a revelação do amor do Pai claramente expressa nessa passagem. Então descansemos na segurança dessa maravilhosa salvação, comamos do “corpo” de Cristo e louvemos ao Cordeiro!

terça-feira, 20 de agosto de 2013

O Mar Vermelho


Tu, com a tua beneficência, guiaste a este povo, que salvaste; com a tua força o levaste à habitação da tua santidade. (Êxodo 15:13).

Por causa do sangue do cordeiro pascal, Deus Se restringiu de atuar como Juiz e protegeu Israel do julgamento que se abateu sobre os egípcios. No Mar Vermelho, Ele Se tornou o salvação deles, livrando o povo de seus inimigos. Moisés disse: “O SENHOR pelejará por vós, e vós vos calareis”. Israel não tinha de fazer nada, apenas ficar quieto e ver a salvação. “Não temais; estai quietos, e vede o livramento do SENHOR, que hoje vos fará” (Êxodo 14:13-14).

O próprio Deus tomou para Si a luta contra os inimigos, os poderes das trevas, pois somos impotentes para vencê-los. E em que situação Israel se encontrou: o mar à frente, montanhas de um lado, e faraó atrás. Isso é uma ilustração do terrível apuro humano. Contudo, para o Seu povo, Deus abriu um caminho no meio do mar, que foi a derrota do inimigo. Israel passou com o pé enxuto e alcançou a segurança da praia na outra margem.

Em sua aplicação espiritual, o Mar Vermelho representa o fim do poder de Satanás na morte de Cristo. Esse pensamento ilustra o brado de vitória de cada crente: “Cristo morreu por mim!”. Não apenas os nossos pecados estão perdoados pelo sangue do Cordeiro pascal, mas também fomos libertos do poder do inimigo.

Os que crêem em Cristo foram arrancados das trevas deste mundo e colocados no caminho da fé, que leva do deserto da vida terrena à gloriosa Canaã celestial. Quantos motivos para darmos brados de júbilo!

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