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terça-feira, 19 de novembro de 2013

Adorando a Deus

Uma das mais lindas palavras, com um significado tão nobre e maravilhoso, a adoração faz parte das primeiras expressões que formam o novo vocabulário e vida do discípulo.

Ela é alvo de nossa profunda busca, e sempre reconhecemos que podemos ir mais além, "mergulhar" nas águas profundas do Espírito.

Conversando certa vez com nosso amado Daniel Souza, ele me disse algo que já estava em meu coração, mas, sem dúvida alguma, me trouxe uma clareza bem maior sobre o processo da adoração em nossas vidas: ADORAÇÃO É UMA REAÇÃO!

Refletindo sobre isso, compartilho alguns aspectos importantes que refletem na vida de um verdadeiro adorador.

Somente adoram a Deus, homens submissos.

Sem submissão, ninguém pode adorar a Deus! Para Deus, é realmente importante a nossa decisão de submissão. Desde o começo fomos criados com esse objetivo. Antes da queda do homem, em Gênesis cap. 1, este tinha um posicionamento natural de submissão a Deus.

Depois da queda porém, essa decisão não é refletida naturalmente em nossas vidas. Quando entregamos nossas vidas a Jesus, quando Ele passa a ser o Senhor, retornamos para a vontade de Deus. Para o Seu governo. É por isso que chamamos Jesus de "Senhor".

Para Deus isto importa tanto, que Jesus foi enfático para aqueles que dizem o conhecer, mas não o obedecem, conforme Lucas 6:46: "Por que me chamais: Senhor, Senhor, e não fazeis o que vos mando"?

Temos exemplos na Bíblia de homens que foram obedientes e de homens que não foram. Um dos mais lembrados por todos nós foi o de Saul. Saul foi o primeiro rei de Israel. Em 1º Samuel 11:6, a palavra diz que o Espírito de Deus se apossou de Saul.

Ele tinha, portanto, todas as condições não somente para ser um rei bem sucedido, mas para ser um amigo de Deus. Que cooperador de Deus teria sido Saul! Ele foi o primeiro rei da história de Israel! No entanto, em algum momento, sua "visão" de reino, não foi a visão que Deus havia orientado.

Deus não pode levar o seu projeto adiante com pessoas que não o obedecem. Ou que julgam o que é certo ou errado. No caso, foi o modo como procedeu Saul, cf. 1º Sm. 13:11-12.

E eu e você? Como estamos na avaliação de Deus? Andando em obediência, ou "sugerindo" a Deus a maneira como devemos andar?

Espero, sinceramente, que estejamos nos submetendo completamente a Ele, porque se não estamos vivendo essa realidade, estamos vivendo apenas uma vida religiosa, e não o compromisso pelo qual fomos chamados por Deus.

"Porque dele, por meio dele, e para ele são todas as coisas. A Ele, pois, a glória eternamente. Amém!" Rm. 11:36

Cada um de nós tem diante de si situações que apontam para uma decisão. E é aí que se expressa a adoração na prática. Não somente com nossos salmos, cânticos e palavras.

Ainda sobre submissão a Deus, vimos ante um exemplo de alguém (Saul) que não honrou o chamado de Deus, não submeteu-se.

Cada um de nós tem diante de si situações que apontam para uma decisão. E é aí que se expressa a adoração na prática. Não somente com nossos salmos, cânticos e palavras.

Mas (e principalmente) com o nosso firme posicionamento em descansar na vontade de Deus. É esta atitude que vai fazer refletir em nós a verdadeira adoração.

Já que estamos analisando o livro de 1º Samuel, não poderíamos deixar de observar a vida de Davi. Afinal de contas, este é aquele de que a Bíblia diz  "um homem segundo o coração de Deus".

A razão para que Davi tenha sido considerado assim, é que ele conhecia e REconhecia a autoridade de Deus. Ele entendia que todas as coisas estavam sob o controle de Deus.

Davi faz diversas menções sobre isso: "Teu Senhor é o poder, a grandeza, a honra, a vitória e a majestade; porque Teu é tudo quanto há no céu e na terra; Teu Senhor é o reino e Tu te exaltaste por chefe SOBRE todos." 1 Cr. 29:11

Que rei era Davi! um rei que buscava em primeiro lugar o reino de Deus e a Sua justiça, e que reconhece que tudo pertence a Deus.

Trazendo para a nossa realidade, toda a nossa esfera de atuação deve ser completamente submetida a Deus. Família, o meu "EU", trabalho, estudos, ministérios, tudo isto centralizado em Deus!

Ele é quem sabe e toma as devidas decisões. Não tomamos nenhuma decisão sem a autorização de Deus. Fomos chamados a viver este padrão de vida.

Quando nos deixamos reinar, quando isso é o alvo do nosso coração, aí surge a reação! Aí fluirão de nossas vidas salmos de louvor, como os que fluíram da vida de Davi!

Hoje em dia, homens e mulheres tem sido levantados por Deus para levar a bandeira da Sua adoração. Sendo assim, é necessário que cada um de nós, discípulos de Jesus, que recebem esse chamado, seja exemplo de submissão a Deus, através do reinado de Jesus.

Do contrário, estaremos com o foco errado. Estaremos buscando o "fogo" de Deus sem deixar que esse fogo, que é a presença do Espírito Santo tome o devido e real lugar em nossos corações.

Estaremos "coando mosquitos e engolindo camelos". Nos preocupando com rituais e não com a verdadeira mudança de Deus em nossas vidas através do Seu governo.

Todos nós que somos discípulos de Jesus não nos deixemos levar por nenhuma direção que não se volte para o Senhorio de Cristo em nossas vidas! Não deixemos o pecado fazer parte de nosso cotidiano porque muitos o tem aceito!

E isto subirá como aroma suave a Deus! É verdadeira adoração. E assim, vamos cooperar com Senhor Jesus para que outros sejam impactados com o Seu Senhorio também.

"Eu amo os que me amam. Os que me procuram me encontram"  Pv.8.17

Os adoradores são íntimos de Deus!

Ninguém consegue expressar um amor muito profundo por alguém que não conhece ou não ouviu falar. Podemos até, por fruto do Senhor Jesus em nós, refletir para as pessoas que não conhecemos amor, mas não será como expressamos para aqueles que convivem conosco.

Se eu, ao conhecer uma pessoa, conversar por breves cinco minutos com ela, terei mais liberdade e haverá uma possibilidade muito maior de expressar o meu amor por ela.

Acontece que nestes cinco minutos, ainda que cinco minutos, eu me tornarei mais ÍNTIMO desta pessoa.

Uma vez, fui a um programa de rádio para anunciar o programa que eu começaria a fazer. O radialista daquele programa não me conhecia, mas durante meia hora intercalada por cânticos, conversamos. No final de seu programa, ele disse aos ouvintes: "Então, a partir de tal data e tal horário, o Samir, este irmão que já aprendi a amar, terá o seu programa..."

O que aconteceu? Aquela meia hora foi tempo suficiente para que nós nos conhecêssemos e, de antes desconhecidos, agora já estávamos simpaticamente contando com a amizade um do outro.

A adoração a Deus, da mesma forma, vai se manifestar em nossas vidas, de acordo com a intensidade que zelamos pela intimidade com Deus. Se buscamos pouco, pouco refletirá adoração em nós. Se buscamos muito, certamente conheceremos mais ao nosso Deus. A Sua palavra nos diz: ..."os que me procuram me encontram." Pv. 8.17 .

Às vezes, há uma confusão, porque algumas pessoas pensam que à partir da nossa conversão nossa intimidade com Deus já é plena e suficiente.

De fato, quando nos convertemos a Cristo, automaticamente temos comunhão com Deus. Mas intimidade é fruto do quanto queremos conhecer, ouvir, saber, aprender de Deus. Se eu ler a palavra, lá Deus irá se revelar a mim. Se eu orar e perseverar nessa atitude, estarei mais sensível à Sua voz. É um processo, sem dúvida, natural.

Dos doze discípulos de Jesus, um se destacava na intimidade com o Senhor. Este era João. Ele era tão íntimo do Senhor, que inclinava a cabeça no peito do Mestre para O ouvir(Jo. 13.25 e 21.20). Acredito que o Senhor não orientava aos seus discípulos a fazerem isto. Esta era uma atitude de João! Por outro lado, sempre que Jesus ia a algum lugar e não iam todos os seus discípulos, em geral três o acompanhavam: Pedro, Tiago e JOÃO.

Portanto, intimidade com Deus é fruto prático na vida de uma pessoa. Quem se direciona até Deus, acaba conhecendo mais a Deus, mais DE Deus. E quem O conhece mais O ama mais por vê-Lo como Ele realmente é. A pessoa que assim anda, acaba se rendendo completamente a Ele e se deixando reinar por Cristo. A adoração então, fluirá.

Com qual dos doze discípulos de Jesus queremos ser parecidos no que diz respeito a intimidade com o Senhor Jesus?

Fonte: Adorar.net

segunda-feira, 18 de novembro de 2013

Uma Jornada de Fé

Livro de apoio à lição bíblica do 1º trimestre de 2014.

O livro do Êxodo é famoso por mostrar o início da escravidão dos hebreus pelos egípcios, a escolha de Moisés como libertador e a forma como Deus retirou os hebreus do jugo egípcio. E nele, a figura de Moisés ocupa um lugar central. Moisés foi, sem dúvida alguma, uma das maiores personalidades e um dos maiores heróis da fé de todos os tempos. Nesta obra, acompanharemos a história de Moisés no Êxodo bem como o seu legado para o povo de Israel, para a humanidade como um todo e para a igreja até os dias de hoje.

Silas Daniel

É pastor, jornalista, chefe de Jornalismo da CPAD e escritor. Autor dos livros Reflexão sobre a alma e o tempo, Habacuque a vitória da fé em meio ao caos, História da Convenção Geral das Assembleias de Deus no Brasil, Como vencer a frustração espiritual e A Sedução das Novas Teologias, todos títulos da CPAD, tendo este último conquistado o Prêmio Areté da Associação de Editores Cristãos (Asec) como Melhor Obra de Apologética Cristã no Brasil em 2008.
Alexandre Coelho Galdino

É ministro do evangelho, licenciado em Letras e Teologia. Professor universitário, ministra aula de Grego, Novo Testamento e Exegese na FAECAD. É chefe do Setor de Livros da CPAD, acadêmico em Direito e cursa MBA em Gerenciamento de Projetos na Fundação Getúlio Vargas.

Formato: 14x 21cm
160 páginas
Acabamento: Brochura
ISBN: 8526310926


sexta-feira, 15 de novembro de 2013

Lição 07 - A Sabedoria de Abigail e a Justiça de Deus



17 de Novembro de 2013

A sabedoria de Abigail e a justiça de Deus

Texto Áureo

“Não te deixes vencer do mal, mas vence o mal com o bem”. Rm 12.21

Verdade Aplicada

O poder contagiante da gentile­za aliado a força de um coração bondoso pode desarmar o mais perverso dos homens.

Objetivos da Lição

►      Ensinar que a ira pode nos tor­nar insanos, e nos levar a uma ação descontrolada e covarde;
►      Explicar que fazer justiça com as próprias mãos é uma atitude anticristã;
►      Mostrar que Deus ainda usa pessoas cheias de Sua graça para nos falar ao coração.

Textos de Referência

I Sm 25.10  E Nabal respondeu aos criados de Davi, e disse: Quem é Davi, e quem é o filho de Jessé? Muitos servos há hoje, que fogem ao seu senhor.
I Sm 25.11  Tomaria eu, pois, o meu pão, e a minha água, e a carne das minhas reses que degolei para os meus tosquiadores, e o daria a homens que eu não sei donde vêm?
I Sm 25.12  Então os moços de Davi puseram-se a caminho e voltaram, e chegando, lhe anunciaram tudo conforme a todas estas palavras.
I Sm 25.13  Por isso disse Davi aos seus homens: Cada um cinja a sua espada. E cada um cingiu a sua espada, e cingiu também Davi a sua; e subiram após Davi uns quatrocentos homens, e duzentos ficaram com a bagagem.


                                                                                             LEIA A LIÇÃO RESUMIDA AQUI

sábado, 9 de novembro de 2013

Autor de O Exorcista diz que aborto é 'demoníaco' e ex-satanista discorda

Conhecido pela obra O Exorcista, que deu origem ao famoso filme de terror da década de 1970, o autor William Peter Blatty destacou em depoimento recente que a prática do aborto é algo "demoníaco", de acordo com o jornal The Washington Post.

O ExorcistaO escritor é ex-aluno da Universidade de Georgetown (EUA), e deu a declaração para mostrar seu posicionamento contra Kathleen Sebelius, secretária do Departamento de Saúde e Serviços Humanos da faculdade com histórico de apoiar o direito de aborto.

Sebelius foi criticada por Blatty, além de receber críticas de grupos cristãos, por tomar medidas para bloquear a liberdade religiosa na universidade, para defender o aborto e ganhar apoio da classe ateísta.

Ao refletir sobre o comentário de Blatty, o ex-satanista Joseph Craig, contou à edição em inglês do Christian Post que entende a opinião de Blatty, mas acredita que "demoníaco" seria uma forma exagerada de classificar o aborto.

Segundo Craig que, que abraçou e aprendeu a aceitar a Jesus Cristo, durante sua experiência com o satanismo ele nunca presenciou nenhum ritual que envolvesse o fim doloso de alguma gravidez.

Em seguida, ele explica que a maioria dos esforços dos satanistas estão focados muito mais em impedir as pessoas de aceitarem a fé cristã do que interromper a vida. "Eu nunca vi uma relação entre satanismo e aborto", destaca Craig.

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Ele ainda segmenta o satanismo em dois ramos diferentes de culto: um deles "mais ateu" destinado à relação de cultuar a si mesmo e de ser o seu próprio deus, e o outro "mais teísta" que encara Satanás como Deus. Em ambas as partes, ele aponta que não existe envolvimento com aborto.

Já Karl I. Payne, pastor da Igreja Antioquia de Redmond (EUA) e autor especializado em libertação de demônios, compartilha com a postura de Blatty contra o aborto, além de indicar que seja algo "demoníaco", mas dentro de um outro ponto de vista.

Payne explica que Satanás não é influência direta para a prática do aborto, mas ainda assim age para causar a morte de bebês de maneira perniciosa, seja "dentro ou fora do útero".


quarta-feira, 30 de outubro de 2013

Lição 5 - Saul e Davi, dois reis e dois caminhos diferentes


03 de Novembro de 2013

Saul e Davi, dois reis e dois caminhos diferentes

Texto Áureo

“E temia Saul a Davi, porque o Senhor era com ele e se tinha re­tirado de Saul”. I Sm 18.12

Verdade Aplicada

Os maiores gigantes, que enfren­tamos na caminhada cristã, não estão à nossa frente nos desafian­do. Eles estão nos recantos mais escuros da alma humana.

Objetivos da Lição

►      Ensinar que nossas atitudes e concessões são responsáveis por nosso fracasso ou sucesso;
►      Tomar compreensível que Deus tem um tempo para executar sua obra em nossas vidas;
►      Mostrar que perdoar o inimigo, em vez de vingar-se, revela o quanto nossa mente está gover­nada por Deus.

Textos de Referência

I Sm 18.7    E as mulheres dan­çando e cantando se respondiam umas às outras, dizendo: Saul fe­riu os seus milhares, porém, Davi os seus dez milhares.
I Sm 18.8    Então Saul se indignou muito, e aquela palavra pareceu mal aos seus olhos, e disse: Dez milhares deram a Davi, e a mim somente milhares; na verdade, que lhe falta, senão só o reino?
I Sm 18.10  E aconteceu no outro dia, que o mau espírito da parte de Deus se apoderou de Saul, e profetizava no meio da casa; e Davi tocava a harpa com a sua mão, como nos outros dias; Saul, porém, tinha na mão uma lança.
I Sm 18.11  E Saul atirou com a lança, dizendo: Encravarei a Davi na parede. Porém Davi se desviou dele por duas vezes.

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